2 de Dezembro de 2003. Publicado por Família Goldschmidt
Ontem, depois que deixamos a Lagoa Azul, seguimos ainda por uma trilha na mata para conhecer outro atrativo próximo ao Poço Azul.
Depois de uns 2 km de caminhadas, descobrimos uma pequena lagoa que tinha uns 8 metros de profundidade.
Dentro dela encontramos dezenas de peixes que flutuavam numa água transparente como eu nunca vi. (Mentira, já havia visto ontem).
Escutamos alguns barulhos na mata e verificamos que alguns macacos chegavam até o poço para descobrir quem eram os visitantes.
Um deles inclusive, estava com um filhote nas costas. Neste momento, “deu-se a desgraça!”.
O Erick entretido com os bichinhos tropeçou em uma raiz e caiu novamente sobre o joelho.
Os pontos se abriram e encheu o ferimento de terra.
Depois de muito choro, broncas da Sandra e alguns curativos, a situação voltou ao normal.
Eu, a Ingrid e a Alice (filha da Lúcia) entramos no poço e fizemos mais de uma hora de flutuação.
Flutuação inclusive é o termo certo. Parecia que estávamos flutuando no ar e não na água.
Os peixes pareciam voar ao nosso lado.
Quando parávamos, os peixinhos menores vinham até nós e começavam a beliscar a pele.
Parecia uma seção de acupuntura. Em alguns momentos eles chegavam em grupos. (vejam a foto).
Depois do acidente e do banho com os peixes, pegamos os carros e fomos até um lugar chamado Estivado, que é um rio (também transparente) e repleto de peixes.
Quando eu digo repleto, quero dizer cheio mesmo. Eram centenas.
O mais interessante é que eles obedecem ao dono da lanchonete que fica ao lado.
Com alguns gritos de “Xuu, xuu, xuu” ao peixes descem o rio e se juntam aos seus pés. Nunca vi coisa igual.
Nosso passeio terminou no hospital da cidade, onde o médico abriu novamente o machucado do Erick.
Toda a pele foi retirada e como não havia mais onde dar pontos, foi deixado aberto.
A vantagem de tudo isto foi que o machucado que começava a inflamar foi todo limpo.
Esperamos que cure logo...
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