19 de Março de 2002. Publicado por Eliana Britto Garcia e Rodrigo Telles
Uma viagem de bicicleta é, antes de mais nada, um conjunto de sensações e emoções. Registrá-las é quase que uma obrigação consigo mesmo. Dez anos depois, revendo os seus registros de uma viagem, você vai reviver boa parte dessas emoções.

Estrada do Sol, interior de São Paulo
Todo tipo de registro é válido. Fotografia é o mais tradicional deles, nem precisamos comentar. Mini-gravadores registram muito bem o que se está sentindo no momento. Uma câmera de vídeo exige um investimento financeiro mais alto, mas pode trazer resultados muito interessantes.

Fazendo o mesmo roteiro 10 anos depois
A bicicleta é um veículo que propicia estes tipos de registros, diferente dos carros ou motos, por exemplo. De bicicleta você pára a qualquer coisa interessante que surja no caminho.

Diário de bordo
Porém, nenhuma destas formas de registro modernas dispensa o bom e velho diário de bordo. Aquele caderninho pequeno que vai sempre à mão. Lá você escreve tudo que lhe chamou a atenção na sua viagem, e por que não, faz desenhos que lhe ajudem a lembrar de tudo depois.
Mas às vezes as pessoas viajam e voltam com o tal caderninho vazio, normalmente porque não acharam hora para escrever. Qualquer momento de descanso ou parada para lanche são momentos bons para isso. Ou à noite, dentro da barraca com a luz da lanterna, podemos reviver todas as aventuras do dia ao preencher aquelas páginas em branco.
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