RoraimaA mãe dos ventos e das belezas naturais | Anúncio totalmente GRÁTIS. | ![]() | |
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Visitar Roraima é embrenhar-se por todas as regiões.
Área: 225.116 km² População: 381.896 habitantes

Viajantes > Brasilzão > Boletins![]() Bela vista de Boa Vista em Roraima Igreja Matriz, única em estilo germânico em toda a Amazônia Intervenção artística com temática regional Prelazia: a sede administrativa do território do Rio Branco é hoje em dia uma das edificações do patrimônio hist Viajantes > Expedição Parques Nacionais > Boletins![]() O parque foi criado em 1989, portanto está completando, juntamente com o Ibama, 15 anos de existência e nos últimos anos passou por momentos críticos que comprometeram seu futuro. | Viajantes > Expedição Parques Nacionais > Boletins![]() A criação do parque ocorreu em 1998, protegendo uma área de 227.011 hectares no município de Caracaraí. Viajantes > Expedição Parques Nacionais > Boletins![]() A criação do parque ocorreu no ano de 1998, numa área com 350.960 hectares, ocupando uma zona de transição entre dois biomas distintos. |
Quem pensa na Região Norte apenas pelos dois maiores estados, o Amazonas e o Pará, se surpreenderá ao visitar Roraima.
A "mãe dos ventos", um dos significados do nome, tem características próprias e ainda as delícias que integram a Amazônia.
Os primeiros colonizadores portugueses chegaram por lá no século XVII, subindo o Rio Branco. Construíram o Forte de São Joaquim, para garantir a posse, e iniciaram o povoamento.
Rico em minério, fauna e flora, Roraima tem grande parte de seu território destinado a nações indígenas.
Os Yanomami ficam com a maior parte, mas há 31 nações que ocupam quase a metada de Roraima, como os Wai-wai, Maiongong, Macuxi, Ingaricó, Wapixana, Waimiri-atroari e Taurepang.
Isto faz com que tudo tenha um dedinho dos índios. A cerâmica macuxi, os trabalhos em madeira, palha e esculturas em pedra sabão. Na culinária, os macuxis também estão presentes com amugica e a mixira.
Nas águas do Rio Branco, que cortam o estado de sul a norte, principalmente no verão, formam-se dezenas de praias, onde bares são montados para atender os turistas - a maioria da capital.
Visitar Roraima, no entanto, é embrenhar-se por todas as regiões.
A capital, Boa Vista, possui boa infra-estrutura para receber turistas. Mas quem quer realmente aproveitar tudo o que oferece, deve esquecer-se dos luxos - a troca compensa.
Ao sul, está a Floresta Amazônica e o encontro com o Rio Negro - que mais à frente vai formar o Amazonas ao encontrar-se com o Solimões.
No norte, também encoberto pelas matas úmidas, o relevo muda, com as serras que traçam as fronteiras com a Venezuela e a República Cooperativista da Guiana.
Pela altitude, o clima é mais ameno e há diversas cachoeiras.
Na região central do Estado, pouco abaixo da capital, estão as terras planas e savanas, com palmeiras e buritizais.
Com cenário que mais se aproxima das versões romanceadas sobre a floresta, Roraima tem ainda manadas de cavalos selvagens - os últimos - que galopam nas pastagens nativas do nordeste, perto da Serra do Maruai.
Texto: Instituto Brasileiro de Turismo - Embratur